segunda-feira, 24 de novembro de 2008

Queria era ser um botão...

Mais uma história caiu na minha mão, e não posso deixar de comentá-la. É um conto para crianças, sobre a linha e a agulha. Elas discutem sobre qual delas é a mais importante, até que a linha vai para a festa, no vestido da menina, e a agulha volta para a caixinha. Então vem o alfinete e diz que a agulha é uma tola, que abre caminho para que a linha vá gozar a vida. O autor termina dizendo "também eu tenho servido de agulha pra muita linha oridinária". Se as crianças entendem, eu não sei, mas nós "gente grande" sabemos que um dia já servimos de agulha, e provavelmente de linha também. Acho que nessa história toda eu preferia mesmo era ser a costureira, ou um botão, que as vezes se perde por aí...
Quanto ao meu recheio, eu diria que esta semana que passou foi bem recheada. Foi um semestre, no mínimo, em sete dias. O que me levou a pensar que recheio demais transborda. E agora o novo passo é saber (ou voltar a saber...) o que fazer com o excesso. Mas também, se tranbordar, não mata, só lambuza... Porque meu recheio é doce, óbvio.

terça-feira, 18 de novembro de 2008

The First - Cadê meu recheio?

Bom, decidi começar um blogg. No meio da correria de final da faculdade, e de tantas outras coisas da vida, a necessidade de escrever está enorme. Mas escrever assim, sem técnica, sem cobrança. Escrever por escrever. Porque escrever é bom. Me faz bem. E meus contos estão parados... Mas este meu primeiro post será sobre um texto alheio. Minha colega da Oficina Literária leu uma poesia, de sua autoria, em que a alegoria era sobre um cavalo. O cavalo do Carrossel. O cavalo, símbolo da coragem, ali parado, preso, inerte, e oco. Oco. Oco. Isto bateu o dia inteiro na minha mente. Não quero ser oca. Quero ser cheia de vida, de amor, de alegria. Onde será que perdi meu recheio?? Alguém comeu? Alguém roubou? Enfim, não sou cavalo de carrossel, não sou oca, nem inerte. Vou já atrás do meu recheio. Até logo.