Mais uma história caiu na minha mão, e não posso deixar de comentá-la. É um conto para crianças, sobre a linha e a agulha. Elas discutem sobre qual delas é a mais importante, até que a linha vai para a festa, no vestido da menina, e a agulha volta para a caixinha. Então vem o alfinete e diz que a agulha é uma tola, que abre caminho para que a linha vá gozar a vida. O autor termina dizendo "também eu tenho servido de agulha pra muita linha oridinária". Se as crianças entendem, eu não sei, mas nós "gente grande" sabemos que um dia já servimos de agulha, e provavelmente de linha também. Acho que nessa história toda eu preferia mesmo era ser a costureira, ou um botão, que as vezes se perde por aí...
Quanto ao meu recheio, eu diria que esta semana que passou foi bem recheada. Foi um semestre, no mínimo, em sete dias. O que me levou a pensar que recheio demais transborda. E agora o novo passo é saber (ou voltar a saber...) o que fazer com o excesso. Mas também, se tranbordar, não mata, só lambuza... Porque meu recheio é doce, óbvio.
2 comentários:
Pulverize o excesso. Assim, em algum lugar o botão vai parar... E o recheio? - Bem, o tempo serve para isso. Para (re)descobrir.
(by a good friend. thanks Z.)
Tá, e o próximo texto???
E não me venha com a desculpa de falta de tempo ou inspiração!!
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