Depois daquelas cinzas de verde marguerita nem se pode querer mais nada. Muito menos exigir. Sentia ela um nada inexplicável. Talvez um mero desarrojado passar pela vida momentaneamente. Nem sequer sabia se esta palavra existia, mas que outra senão esta. Dividia assim as coisas pelas quais andava sentindo. Das mais loucas às enebriadas. E estava assim, a inventar palavras, porque se delas não se pode utilizar então de que servem afinal.
O céu ia se empoeirando de um olhar sujo. Não gostava do que via, mas e que adiantava, se nada ia servir o gostar ou não da paisagem do olho que refletia. Nada servia. Caminha que é pra ver se a cabeça vem junto correndo, estabanada.
O cansaço que vê nas esquinas de toda a cidade com sua grande sujeira e poeira poluída. O ar que pesa.
E ainda assim, como diz Lispector, de mim, só se sabe que respiro.
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